O ministro dos Transportes, Ricardo Viegas de Abreu, usou esta semana a apresentação da nova rota da TAAG para Guangzhou para anunciar a visão estratégica de Angola para o sector: transformar Luanda num ponto de ligação entre corredores económicos globais, integrando infraestruturas aeroportuárias, portuárias, ferroviárias e logísticas.
O ministro dos Transportes, Ricardo Viegas de Abreu, usou esta semana a apresentação da nova rota da TAAG para Guangzhou para anunciar a visão estratégica de Angola para o sector: transformar Luanda num ponto de ligação entre corredores económicos globais, integrando infraestruturas aeroportuárias, portuárias, ferroviárias e logísticas.
Na cerimónia de apresentação da nova ligação entre Luanda e a cidade chinesa de Guangzhou, o governante afirmou que Angola está a construir as condições para deixar de ser “apenas um destino” e passar a afirmar-se como uma plataforma de ligação regional e intercontinental.
“Angola está a investir na construção de um novo posicionamento regional, assente na integração entre infraestruturas aeroportuárias, portuárias, ferroviárias e logísticas”, sublinhou Ricardo Viegas de Abreu, para quem a nova rota da TAAG deve ser lida no contexto desta visão estratégica mais ampla.
O ministro destacou o Aeroporto Internacional António Agostinho Neto (AIAAN), em Icolo e Bengo, como um dos pilares desta estratégia, descrevendo-o como um equipamento estruturante para o futuro da mobilidade aérea nacional e regional. A ligação a Guangzhou, acrescentou, contribui para “aproximar África da Ásia”, cria “novas possibilidades de trânsito e interligação regional” e reforça a ambição de transformar Luanda num “importante ponto de ligação” entre diferentes corredores económicos globais.
Ricardo Viegas de Abreu recordou que, em 2025, o transporte aéreo mundial ultrapassou os 5,2 mil milhões de passageiros e que o continente africano registou um crescimento superior à média global. “Angola pretende participar activamente nessa nova fase de crescimento. E para isso, precisamos de infraestruturas modernas, de operadores mais fortes, de maior integração regional e de companhias capazes de competir internacionalmente”, concluiu.