A quarta edição do Doing Business Angola (DBA), realiza-se nesta quarta-feira, 15, no EPIC SANA Lisboa Hotel, com o ambiente de negócios e o sector petrolífero como temas centrais. O evento conta com a presença do ministro da Economia e da Coesão Territorial de Portugal, Manuel Castro Almeida, e do ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás de Angola, Diamantino Azevedo, que encerram institucionalmente a conferência.
A captação de investimento estrangeiro será outro dos temas em destaque, abordado pela presidente da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, Madalena Oliveira e Silva, e pelo presidente da AIPEX – Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola, Arlindo das Chagas Rangel. Em Angola, um dos caminhos de investimento passa pela participação no programa de privatizações (Propriv), gerido pelo Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), cuja execução será abordada pelo presidente da instituição, Álvaro Fernão.
O programa inclui ainda painéis dedicados a outros sectores estratégicos da economia angolana, como os recursos minerais e a banca, no quadro de um contexto internacional marcado por profundas transformações geopolíticas, energéticas e tecnológicas. A sessão de encerramento culmina com a habitual homenagem anual a uma personalidade lusófona.
Descrito como a maior conferência sobre a ligação económica entre Portugal e Angola, o DBA afirma-se, depois do sucesso das edições anteriores, como uma plataforma privilegiada para fortalecer as relações económicas entre os dois países, promover o investimento e estimular novas parcerias empresariais. Ao longo do dia, os participantes — empresários, investidores, decisores políticos e líderes de diversos sectores económicos — terão acesso a painéis de discussão, intervenções de especialistas e momentos de networking qualificado, num ambiente pensado para gerar conhecimento, oportunidades de negócio e novas perspectivas sobre o mercado angolano.
A conferência é promovida pelo Jornal Económico e pela Forbes África Lusófona, em parceria com diversas instituições angolanas e portuguesas.