Hugo Azevedo, director financeiro do Grupo Opaia, considera que este é o momento certo para os investidores visitarem Luanda e conhecerem directamente as oportunidades que Angola oferece.
À margem do Africa Financial Summit (AFIS) 2026, o responsável destacou a importância do encontro para promover uma reflexão mais abrangente sobre o futuro económico do continente africano, defendendo que os africanos devem assumir um papel crescente na propriedade, gestão e financiamento das suas próprias empresas.
«Africanos a serem proprietários de entidades africanas, a gerir empresas africanas financiadas por fundos africanos» é, na sua perspectiva, uma das ideias centrais que devem orientar a transformação económica do continente.
Hugo Azevedo considera igualmente que a reindustrialização e a transformação local das matérias-primas representam etapas fundamentais para Angola diversificar a sua economia, tradicionalmente dependente das exportações de petróleo.
A mensagem coloca a valorização dos recursos nacionais, o desenvolvimento da capacidade produtiva e a mobilização de capital africano no centro do debate sobre o crescimento económico sustentável.