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Ana Paula Carvalho representa Angola na 30.ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas

A ministra do Ambiente lidera a delegação angolana presente na COP30, que decorre a partir de hoje e se estende até 21 de Novembro.

Donald Trump será uma das ausências mais notadas numa cimeira que reúne representantes de mais de 140 países e 57 líderes mundiais.

Angola participa na 30.ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que tem lugar na cidade de Belém, no Brasil.

Na preparação técnica, coordenada pelo Ministério do Ambiente, foram definidos pontos focais e apresentado um programa de actividades que orientará a participação angolana na cimeira.

O país reafirma, assim, o seu compromisso em enfrentar os desafios das alterações climáticas, procurando soluções sustentáveis e reforçando a cooperação num contexto global.

Analistas sublinham, contudo, que a COP30 acontece num momento em que o mundo parece ter desviado a atenção das questões climáticas e ambientais, face aos vários conflitos em curso — da Ucrânia ao Sudão.

Ainda assim, o facto de o encontro decorrer no estado brasileiro do Pará, em plena região amazónica, o último grande reduto de preservação ambiental do planeta, confere-lhe um simbolismo especial.

Estão confirmadas as delegações de 140 países e a presença de 57 líderes mundiais, entre os quais Emmanuel Macron e Ursula von der Leyen. O anfitrião é o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva.

O Reino Unido será representado pelo primeiro-ministro, Keir Starmer, e pelo príncipe William. Entre as ausências mais notórias contam-se as de Donald Trump, Vladimir Putin, Javier Milei e Xi Jinping, embora a China envie uma delegação de alto nível.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, reiterou que a redução do aquecimento global para 1,5ºC até ao final do século continua a ser a meta prioritária. Num comunicado, Guterres salientou que “dez anos depois de Paris, surgiu uma nova economia de energia limpa”, acrescentando que “as energias renováveis estão a impulsionar o crescimento, a criar milhões de empregos e a tornar a energia mais acessível e económica”.

Apesar disso, desde a decisão de Donald Trump de retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris, verifica-se uma visível perda de ímpeto na acção climática global.

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