Mercado & Finanças

Acordo entre China e EUA mexe com os mercados asiáticos. O petróleo sobe, ouro cai

Os investidores aguardam agora pelo encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, marcado para esta quinta-feira, e pela confirmação do acordo.

O acordo preliminar entre os Estados Unidos e a China, anunciado após negociações em Kuala Lumpur, na Malásia, provocou uma reação positiva imediata nos mercados globais.

As bolsas asiáticas — no Japão, China e Coreia do Sul — atingiram máximos históricos, enquanto o índice global MSCI subiu 0,3%, alcançando o nível mais elevado de sempre. O alívio face ao risco de uma escalada tarifária aumentou o apetite dos investidores, com impacto directo nas commodities. O petróleo registou uma subida de preço (a ser negociado a 65,44 USD) enquanto o ouro caiu, refletindo o maior optimismo dos mercados.

A China anunciou no domingo ter alcançado um “acordo preliminar” com os Estados Unidos nas negociações comerciais, após dois dias de conversações na capital da Malásia. Scott Bessent, secretário do Tesouro norte-americano, afirmou que o país asiático considera adiar restrições à exportação de terras raras após o entendimento, o que poderá contribuir para aliviar as tensões geopolíticas que têm afectado os mercados.

Os investidores aguardam agora pelo encontro entre os líderes dos dois países, Donald Trump e Xi Jinping, marcado para esta quinta-feira, 30 de Outubro, na expectativa de que o acordo iniciado no fim-de-semana seja finalizado e aprovado.

Se consolidado, o entendimento poderá reaquecer os mercados de exportação, favorecer o desempenho das commodities e estabilizar os fluxos financeiros em países ligados às cadeias globais, incluindo Angola.

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