O dólar iniciou a semana com recuperação limitada, em contraste com outros activos que registam ganhos.
A moeda negocia com cautela esta segunda-feira, após a correcção causada pelas tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China no final da semana passada.
Na sexta-feira, a decisão da administração dos EUA de impor tarifas de 100% sobre produtos chineses pressionou o mercado cambial.
Durante o fim de semana, o Presidente dos EUA, Donald Trump, adoptou um tom mais conciliador.
Na rede Truth Social, afirmou que “os EUA querem ajudar a China, não prejudicá-la” e acrescentou que “tudo vai ficar bem”, após Pequim ter manifestado abertura para negociar.
No início da sessão, o euro recuava 0,08%, para 1,1610 dólares, enquanto a libra desvalorizava 0,15%, para 1,3340 dólares.
Já o dólar avançava 0,75% face ao iene, para 152,32 ienes, num contexto de instabilidade política no Japão.
O partido Komeito abandonou a coligação governamental, enfraquecendo a posição da primeira-ministra Sanae Takaichi, líder do Partido Liberal Democrata.
Apesar da crise política em França, o euro mostra resistência. A moeda única recua pouco, mesmo depois de o Presidente Emmanuel Macron ter reconduzido Sébastien Lecornu como primeiro-ministro.
A decisão, inesperada para a oposição, levou a França Insubmissa a anunciar uma moção de censura, aumentando a incerteza política no país.