A Adidas anunciou um lucro de 821,4 milhões USD (cerca de 764 milhões de euros) em 2024, revertendo a perda de 80,7 milhões USD registada em 2023.
A fabricante alemã de calçado e vestuário também informou que o volume de negócios foi de 25 449 milhões USD ( cerca de 23 683 milhões de euros), com aumento de 10,5% em relação a 2023.
Segundo a empresa, o lucro operacional alcançou 1436 milhões USD ( aproximadamente 1 337 milhões de euros), um crescimento de 398,3% face ao ano anterior.
O presidente executivo da Adidas, Bjørn Gulden, afirmou que, embora a empresa não tenha atingido os objectivos de longo prazo, o ano foi positivo e confirmou a força da marca.
A Adidas observou crescimento nas vendas de 19% na Europa, 10% na China, 19% nos mercados emergentes, 28% na América Latina e 10% no Japão e na Coreia do Sul. Contudo, as vendas na América do Norte caíram 2%, devido à queda nos produtos da marca Yeezy.
Após os resultados, as acções da Adidas subiram 3%, para 247,44 USD ( cerca de 230,40 euros) em Frankfurt. O Conselho de Administração e de Supervisão propôs dividendo de 2,15 USD ( aproximadamente 2 euros) por acção para 2024, acima dos 0,75 USD ( cerca de 0,70 euros) pagos em 2023.
A Adidas vendeu o inventário da marca Yeezy, gerando 699 milhões USD ( cerca de 650 milhões de euros) em receitas, com queda em relação aos 806,6 milhões USD ( aproximadamente 750 milhões de euros) de 2023.
Segundo ainda a Adidas, a operação contribuiu com aproximadamente 215 milhões USD (200 milhões de euros) para o lucro operacional, abaixo dos 322,7 milhões USD (300 milhões de euros) do ano passado.