A liderança do ranking mundial feminino está em disputa no Open dos Estados Unidos, com quatro tenistas ainda na corrida pelo primeiro lugar da WTA no último Grand Slam da temporada.
A bielorrussa Aryna Sabalenka, actual número 1 mundial, parte para Nova Iorque com a missão de defender o título conquistado nas duas últimas edições do torneio. A campeã, no entanto, enfrenta forte pressão, uma vez que a perda de pontos relativos ao título anterior poderá abrir espaço para uma mudança no topo do ranking.
A principal ameaça é a cazaque Elena Rybakina, número 2 mundial e campeã do Open da Austrália em 2026. Uma prestação até às meias-finais poderá ser suficiente para permitir a Rybakina ultrapassar Sabalenka e assumir pela primeira vez a liderança da classificação mundial.
A norte-americana Coco Gauff e a compatriota Jessica Pegula também mantêm possibilidades matemáticas de chegar ao primeiro lugar. Para isso, terão de avançar significativamente no torneio e beneficiar de uma combinação de resultados das principais concorrentes.
Sabalenka iniciou a defesa do título com uma vitória sobre a colombiana Camila Osorio, enquanto Rybakina também entrou em prova determinada a aproveitar a oportunidade de chegar ao topo.
A corrida pelo número 1 acrescenta, assim, um ingrediente extra à competição feminina em Flushing Meadows. Além da luta pelo troféu, cada ronda poderá ter consequências directas na hierarquia mundial, num torneio que poderá terminar com uma nova líder da WTA.
A polaca Iga Swiatek, antiga número 1 mundial e campeã do Open dos Estados Unidos em 2022, surge igualmente entre as principais candidatas ao título, embora esteja fora da disputa directa pelo primeiro lugar nesta edição.
Com Sabalenka a defender o trono e Rybakina, Gauff e Pegula à espreita, o Open dos Estados Unidos promete decidir uma das mais importantes batalhas do ténis feminino em 2026: quem terminará a temporada no topo do ranking mundial.