| Companhia | País | Frota | Nº passageiros 2025 | Receitas 2025 em USD | Destinos |
| Ethiopian Airlines | Etiópia | 168 | 19 milhões | 7.6 mil milhões | 145 |
| Egypt Air
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Egipto | 67 | n/d | n/d | 102 |
| Air Algérie
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Argélia | 56 | n/d | n/d | 78 |
| Royal Air Maroc | Marrocos | 50 | n/d | n/d | 89 |
| Kenya Airways | Quénia | 37 | 5,53 milhões | 1,4 mil milhões | 44 |
| Fly Safair | África do Sul | 34 | n/d | n/d | 14 |
| Tunisair
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Tunísia | 30 | n/d | n/d | 44 |
| TAAG | Angola | 32 | 1,26 milhões | 437 milhões | 26 |
| Air Peace
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Nigéria | 29 | n/d | n/d | 20 |
| South African Airways | África do Sul | 20 | n/d | 560 milhões | 15 |
A tabela mostra que a Ethiopian Airlines mantém uma liderança destacada no sector da aviação africana, com uma frota de 168 aeronaves, cerca de 19 milhões de passageiros transportados em 2025, receitas de 7,6 mil milhões de dólares e uma rede que ultrapassa 145 destinos.
Num segundo grupo surgem companhias como EgyptAir, Air Algérie e Royal Air Maroc, que dispõem de frotas entre 50 e 67 aeronaves e extensas redes internacionais, embora não divulguem regularmente os seus dados de passageiros e receitas.
A Kenya Airways permanece entre as maiores transportadoras da África Subsaariana, com 37 aeronaves e cerca de 5,23 milhões de passageiros. Já a TAAG Linhas Aéreas de Angola reforçou a sua posição entre as principais companhias do continente, operando uma frota de 32 aeronaves, transportando 1,26 milhões de passageiros e registando receitas de 437 milhões de dólares em 2025.
A lista é completada por companhias como FlySafair, Tunisair, Air Peace e South African Airways, que continuam a desempenhar um papel relevante nos mercados regionais e domésticos africanos, embora com menor dimensão operacional do que a Ethiopian Airlines.
A TAAG – Linhas Aéreas de Angola consolidou em 2025 a sua posição entre as dez maiores companhias aéreas africanas, ocupando neste momento o oitavo lugar. A transportadora operava uma frota de 32 aeronaves, transportou cerca de 1,26 milhões de passageiros e registou receitas de aproximadamente 437 milhões de dólares.
A companhia atravessa uma fase de modernização, marcada pela entrada de novos aviões, pela expansão da rede de rotas e pela transferência gradual das operações para o novo Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto. Apesar de ainda estar distante da dimensão da líder continental, a TAAG Linhas Aéreas de Angola reforçou a sua presença na África Austral e procura afirmar-se como um importante hub de ligação entre África, a Europa, o Brasil e outras regiões.
*Os dados foram compilados a partir de fontes oficiais das companhias aéreas, complementados por agências noticiosas como a Reuters, APF e publicações especializadas em aviação.