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Empresa dos EUA inflacionou experiência em acordo mineiro na RDC

A empresa norte-americana Virtus Minerals, envolvida num acordo estratégico para exploração de minerais na República Democrática do Congo (RDC), terá inflacionado a sua experiência no sector, segundo documentos e fontes citadas pela Reuters. A RDC produz mais de 70% do cobalto mundial, essencial para baterias, sendo um actor central na disputa global por recursos estratégicos.

A Virtus, que adquiriu em Março activos mineiros de cobre e cobalto à Chemaf por 30 milhões de dólares, afirmava operar uma unidade de processamento no país. No entanto, investigações indicam que a empresa nunca chegou a adquirir essa instalação, localizada em Likasi, e que a mesma permanece inactiva desde 2012.

O negócio integra a parceria entre os Estados Unidos e a RDC para garantir acesso a minerais críticos, num esforço para reduzir a influência da China no sector mineiro congolês.

Especialistas alertam para questões de transparência e de avaliação prévia, de forma a que seja garantido que a empresa possui capacidade técnica e financeira adequada.

Também um financiamento de dois milhões de dólares atribuído em 2024 pela USAID à associada ROK Metals foi suspenso após dúvidas sobre a propriedade da unidade industrial.

A RDC produz mais de 70% do cobalto mundial, essencial para baterias, sendo um actor central na disputa global por recursos estratégicos.

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