Política 

FADA tem novo Conselho de Administração liderado por António David Dias da Silva

O Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Agrário (FADA) realizou, recentemente, a cerimónia formal de Passagem de Pastas entre o Conselho de Administração cessante e o novo Conselho de Administração, agora presidido por António David Dias da Silva, que passa a integrar também, como administradores executivos, Ana Maria Caetano da Silva Simões e António de Melo Chanja.

O acto, que contou com a assinatura do Auto de Passagem de Pastas e a entrega formal dos documentos de gestão, reuniu membros do Conselho cessante e do novo Conselho, directores, quadros e colaboradores da instituição, num ambiente descrito pelo FADA como marcado pelo reconhecimento do trabalho desenvolvido e pelo compromisso com a continuidade institucional.

Ao tomar a palavra, o novo PCA prestou reconhecimento ao trabalho do Conselho cessante, afirmando que os avanços alcançados constituem uma base sólida para o futuro da instituição. António David Dias da Silva reafirmou ainda que a nova Administração dará continuidade às políticas já em curso, apostando na boa governação, na modernização institucional, na transformação digital dos processos, no reforço da recuperação do crédito e na ampliação do acesso ao financiamento produtivo, com foco na agricultura familiar, no cooperativismo e no desenvolvimento rural.

O balanço apresentado pela anterior gestão aponta para 5.150 operações de crédito aprovadas, das quais 4.079 foram efectivamente desembolsadas, correspondendo a um volume global de financiamento superior a 54 mil milhões de kwanzas disponibilizados ao sector produtivo. O período ficou ainda marcado pela expansão da presença territorial da instituição, com a abertura de duas novas agências regionais — a Agência Regional Centro, no Huambo, e a Agência Regional Norte, em Malanje —, que vieram aproximar os serviços do FADA dos produtores e reforçar o acompanhamento técnico e financeiro nas diferentes regiões do país.

A transição na liderança do FADA surge num momento em que a instituição pública, responsável pelo financiamento e apoio técnico ao sector agrícola angolano, tem procurado consolidar-se como instrumento central da estratégia do Executivo para o aumento da produção nacional e o reforço da segurança alimentar no país.

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