Mercado & Finanças

CEO do JPMorgan rejeita agenda woke e define meta de 1 trilião USD

O CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, afirmou que é capitalista e contra o movimento woke.

A declaração ocorreu em entrevistas à CNBC, Bloomberg e durante o Investor Day do banco.

Segundo o CEO, o foco do JPMorgan é crescer, gerar lucro e liderar o sector bancário.

“Acredito em mérito, produtividade e geração de valor. Sou contra o movimento woke que tenta mudar os fundamentos que sustentam o crescimento”, disse Dimon.

O JPMorgan vale hoje 773 biliões USD. Para atingir 1 trilião USD, o plano envolve expansão internacional, uso de inteligência artificial, automação e aquisição de empresas.

Dimon também quer fortalecer áreas como pagamentos, gestão de fortunas e banco de investimento.

A presença do banco se estende a mais de 100 países. O valor em activos ultrapassa 3,8 triliões USD.

Os lucros aumentaram nos aúltimos trimestres. A instituição ocupa o topo entre os bancos dos Estados Unidos.

Dimon, com 69 anos, não indicou quando deixará o cargo.

“Quando eu sair, vocês saberão. Por enquanto, temos trabalho a fazer”, afirmou.

O CEO quer transformar o JPMorgan em uma referência no sector financeiro global e comparou a meta à posição da Apple no sector de tecnologia.

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