A OCDE prevê o abrandamento do PIB mundial, que deverá cair de 3,2% no início de 2025 para 2,9% em 2026, num contexto de guerra de tarifas, incertezas geopolíticas e tensões comerciais entre as principais potências.
Angola mantém o foco na diversificação da economia e na consolidação das finanças públicas, numa semana marcada, a nível global, pelos alertas da OCDE sobre a desaceleração do crescimento mundial e pelas previsões de pressões inflacionistas persistentes.
De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o crescimento económico angolano deverá situar-se em torno dos 2,1% em 2025, reflectindo os efeitos do ajustamento fiscal e da moderação da produção petrolífera.
No entanto, o organismo internacional sublinha que as receitas não petrolíferas estão a ganhar peso e poderão ultrapassar as do sector do petróleo, o que já se reflecte no Orçamento Geral do Estado para 2026.
Entre os sectores com maior potencial, o agrícola destaca-se como motor de criação de emprego e de substituição de importações, impulsionado por novos investimentos em polos agro-industriais e projectos financiados por parcerias internacionais.
A nível global, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) advertiu para o abrandamento do PIB mundial, que deverá cair de 3,2% no início de 2025 para 2,9% em 2026, num contexto de guerra de tarifas, incertezas geopolíticas e tensões comerciais entre as principais potências.
As projecções apontam para redução do crescimento nos Estados Unidos (1,8% em 2025), na Zona Euro (1,0%) e na China (4,4%), enquanto a Índia deverá manter uma expansão robusta acima dos 6%.