Política 

“Entre legado e futuro: o MPLA afina estratégias para 2027”

O Bureau Político do MPLA reuniu-se em Luanda para analisar os preparativos do 9.º Congresso Ordinário, previsto para 9 e 10 de Dezembro de 2026. Sob orientação do Presidente do partido, João Lourenço, foram discutidas questões internas, o registo eleitoral oficioso e a emissão do Bilhete de Identidade.

O encontro serviu para avaliar o progresso das tarefas definidas e alinhar estratégias para as próximas fases do processo organizativo.

O Congresso, que decorrerá sob o lema “MPLA – Compromisso com o Povo, Confiança no Futuro”, reunirá cerca de três mil delegados de todo o país e da diáspora, marcando o início do mandato 2026–2031 e preparando o partido para os desafios eleitorais de 2027. O evento é visto como um momento de reafirmação dos princípios fundadores, modernização das estruturas e mobilização para o desenvolvimento nacional.

Uma nova Angola em construção

O balanço que necessariamente será também feito neste Congresso, traduz-se num momento de confiança e continuidade. Como escreveu o Fundador da Nação, Dr. António Agostinho Neto, “Coloquei pedras nos alicerces do mundo, mereço o meu pedaço de pão.” Hoje, o legado do Presidente João Lourenço a da sua liderança do MPLA reflectem essa máxima histórica: edificar as fundações de uma nova Angola, através de reformas estruturais corajosas que redesenham o futuro — da diversificação económica à estabilidade macroeconómica e ao combate frontal à corrupção.

Essas transformações ganham corpo na modernização das infraestruturas, na melhoria do sistema saúde com a construção de novos hospitais, na expansão do ensino superior e na viragem para a autossuficiência energética — com marcos como a Refinaria do Lobito, a Refinaria de Cabinda e o Novo Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto, além, naturalmente do Corredor do Lobito.

Lançar as pedras mais difíceis nos alicerces da República é o único caminho seguro para garantir que a riqueza do país se transforme, com justiça, no merecido “pedaço de pão” e na prosperidade real à mesa de cada angolano.

Um balanço que inspira confiança no futuro, e que mostra que Angola está a escrever — com esforço e visão — os capítulos mais sólidos da sua história.

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