O Banco Nacional de Angola participa na 41.ª edição da Feira Internacional de Angola (FILDA), que arranca esta terça-feira, 21 de Julho, na Zona Económica Especial, em Icolo e Bengo, reafirmando o seu compromisso com a garantia da estabilidade monetária e financeira do país, numa edição que deverá reunir mais de duas mil participações directas e indirectas.
O Banco Nacional de Angola (BNA) participa na 41.ª edição da Feira Internacional de Angola (FILDA), que arranca amanhã, dia 21 de Julho, na Zona Económica Especial (ZEE), na província de Icolo e Bengo, reafirmando o seu compromisso com a garantia da estabilidade monetária e financeira do país.
Considerada a maior bolsa de negócios de Angola, a FILDA decorre até 26 de Julho sob o lema “Produzir e inovar localmente, vencer globalmente”. Segundo a organização, esta edição deverá reunir mais de duas mil participações directas e indirectas, com mais de 21 países estrangeiros confirmados e expositores de dez províncias angolanas — Benguela, Cabinda, Bié, Huambo, Huíla, Icolo e Bengo, Luanda, Namibe, Uíge e Zaire. O recinto conta com três pavilhões de exposição, duas áreas exteriores dedicadas a máquinas e soluções industriais, salas de conferências e espaços de negócios B2B. A província da Huíla foi escolhida como mascote desta edição, com direito a um espaço próprio para exibir os seus recursos e potencialidades a investidores nacionais e estrangeiros.
Ao longo de mais de quatro décadas, a FILDA tem-se afirmado como o principal ponto de encontro entre empresas, empreendedores e investidores interessados no mercado angolano, sendo apresentada pela organização como motor de desenvolvimento económico, inovação e integração de Angola nos mercados regionais e globais.
Estabilidade de preços como pano de fundo
A presença do BNA na feira surge num momento em que o banco central tem vindo a assinalar sinais de maior estabilidade macroeconómica: nos últimos meses, o Comité de Política Monetária tem reduzido sucessivamente as taxas de juro directoras, acompanhando a desaceleração da inflação, e reviu recentemente em baixa a meta de inflação para o final de 2026, de 13,5% para 11,5%, sustentada pela manutenção de um nível de liquidez considerado adequado ao crescimento económico e pela relativa estabilidade dos preços das mercadorias alimentares nos mercados internacionais. É neste contexto de consolidação da política monetária que o BNA leva à FILDA a mensagem de garantia da estabilidade monetária e financeira do país.