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Cidadãos angolanos têm de pagar 15 mil dólares de caução para entrar nos Estados Unidos

Os cidadãos que viajem com passaporte angolano para os EUA, em negócios ou turismo (vistos B1/B2), terão de prestar uma caução até 15 mil dólares a partir de 21 de Janeiro, anunciou a administração norte-americana, o mesmo se passa com cidadãos oriundos de Cabo Verde.

Os dois países passam a integrar uma lista, atualizada, esta semana, nas páginas oficiais, que integra agora 38 estados e que já incluía a Guiné-Bissau desde 1 de Janeiro e São Tomé e Príncipe desde 23 de Outubro de 2025.

No caso de Cabo Verde, os EUA são um dos principais países da diáspora e o arquipélago vai jogar, este ano, o seu primeiro Mundial de futebol em solo norte-americano.

O pedido de caução é a mais recente medida da administração do presidente norte-americano, Donald Trump, para apertar os requisitos de entrada nos EUA, que incluem a obrigatoriedade de cidadãos de todos os países sujeitos a visto comparecerem a entrevistas presenciais.

As autoridades norte-americanas defendem a exigência das cauções – que podem variar entre cinco mil e 15 mil dólares – sustentando que são eficazes para garantir que cidadãos dos países visados não permaneçam nos EUA para além do prazo do visto.

O pagamento da caução não garante a concessão do visto, mas o montante será reembolsado caso o visto seja recusado ou quando o titular do visto demonstre que cumpriu os respetivos termos.

Trump já tinha ordenado ainda a proibição total de entrada nos EUA para cidadãos do Afeganistão, Burkina Faso, Chade, Eritreia, Guiné Equatorial, Haiti, Iémen, Irão, Laos, Líbia, Mali, Myanmar, Níger, República Popular do Congo, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão e Sudão do Sul.

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