A Adega Mayor, marca vínica do Grupo Nabeiro liderada pela neta do fundador, Rita Nabeiro, registou um crescimento de 41% em valor e 15% em volume em Angola nos primeiros cinco meses de 2026. O mercado angolano representa atualmente cerca de 25% das exportações da empresa e afirma-se, a par da Suíça, como um dos seus principais destinos externos, com cerca de 40 mil garrafas comercializadas anualmente no país.
Os resultados foram divulgados no âmbito da participação da Adega Mayor na Grande Prova Vinhos de Portugal 2026, iniciativa promovida pela ViniPortugal que decorreu no Hotel InterContinentalMiramar, em Luanda, reunindo produtores portugueses, profissionais do setor e consumidores. A marca está presente nos principais canais de distribuição angolanos, do retalho moderno à hotelaria, restauração e comércio informal.
“Angola é um mercado de enorme relevância para a Adega Mayor e para a nossa estratégia de internacionalização. Para além de representar cerca de um quarto das nossas exportações, é um mercado com o qual mantemos uma relação de proximidade construída ao longo dos anos e onde continuamos a identificar um elevado potencial de crescimento”, afirma Pedro Foles, director-geral da Adega Mayor, para quem o evento constituiu uma oportunidade para estreitar relações com clientes, parceiros e consumidores locais.
Durante a Grande Prova, a Adega Mayor apresentou referências das gamas Caiado, Reserva, Monocastas, Reserva do Comendador e Grande Reserva Pai Chão.
A história da marca remonta a 1997, quando foram plantadas as primeiras vinhas em Campo Maior por Rui Nabeiro. Uma década depois nasceu a primeira adega de autor em Portugal, projectada por Álvaro Siza Vieira. Hoje, sob a liderança de Rita Nabeiro, a Adega Mayor aposta na valorização dos vinhos do Alentejo e na expansão internacional.