Economia

Passageira francesa testa positivo para hantavírus após evacuação de navio de cruzeiro

Uma passageira francesa testou positivo para hantavírus depois de ter regressado num voo de repatriamento organizado na sequência da evacuação de um navio de cruzeiro onde tinha sido detectado um surto da doença, confirmaram as autoridades de saúde.

O caso foi identificado um dia após a retirada dos passageiros da embarcação, operação desencadeada depois de vários ocupantes do navio terem apresentado sintomas compatíveis com a infecção. As autoridades sanitárias decidiram avançar com medidas de contenção de emergência, incluindo rastreio de contactos, isolamento preventivo e vigilância médica dos passageiros e tripulantes.

Entre os cidadãos norte-americanos repatriados foi também registado um caso positivo ligeiro, embora assintomático. Um terceiro passageiro permanece sob avaliação clínica por apresentar sinais considerados compatíveis com a infeção, aguardando-se ainda confirmação laboratorial.

Segundo as autoridades, 22 cidadãos franceses foram identificados como contactos directos de casos confirmados, o que levou à implementação de medidas adicionais de monitorização e isolamento preventivo.

O surto foi inicialmente detectado a bordo do navio de cruzeiro, depois de alguns passageiros terem desenvolvido sintomas durante a viagem. A situação levou as equipas médicas e marítimas a coordenarem uma operação de evacuação e repatriamento, com o objectivo de limitar a propagação do vírus entre os ocupantes da embarcação e nos países de destino.

O hantavírus é uma doença rara transmitida principalmente através do contacto com roedores infectados ou com partículas contaminadas presentes no ambiente. Os sintomas podem incluir febre, dores musculares, fadiga e dificuldades respiratórias, variando de casos ligeiros a situações potencialmente graves.

As autoridades sanitárias continuam a acompanhar de perto a evolução da situação, mantendo o rastreio de contactos e a vigilância epidemiológica sobre os passageiros evacuados. Apesar da deteção de novos casos, o risco para a população em geral continua a ser considerado baixo.

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