Mercados Financeiros

Fundos Sectoriais: O Trunfo da Eaglestone em Angola

A par da gestão tradicional, a sociedade aposta em carteiras diversificadas de investimento para alavancar os sectores produtivos e apoiar a transição económica do país.

A Eaglestone Capital – Sociedade Gestora de Organismos de Investimento Colectivo, S.A. está a posicionar-se como um dos actores de referência no sector financeiro angolano. A instituição delineou uma estratégia clara a médio prazo para expandir a sua oferta através de fundos de investimento sectoriais direccionados para áreas estratégicas da economia.

Registada na Comissão de Mercado de Capitais (CMC) sob o n.º 002/SGOIC/CMC/11-2018 desde Novembro de 2018, a sociedade anónima integra o Grupo Eaglestone e actua directamente na gestão de activos e na estruturação personalizada de fundos de investimento.

Foco Estratégico: Reduzir a Dependência do Petróleo

O principal vector de crescimento da Eaglestone Capital passa pelo desenvolvimento de uma carteira diversificada de fundos sectoriais. A instituição identificou quatro pilares fundamentais para o investimento:

Agro-negócio e Indústria: Fomento da produção interna e transformação de recursos.

Infra-estruturas e Serviços: Apoio à modernização logística e ao desenvolvimento corporativo.

Recursos Naturais: Exploração sustentável do potencial geológico do país.

Esta abordagem visa canalizar capital para sectores produtivos que acelerem a transição económica de Angola, mitigando a histórica dependência do país face às flutuações dos mercados internacionais de crude.

Estruturação à Medida e Experiência Local

Para além da gestão de fundos tradicionais, a empresa destaca-se na prestação de serviços customizados de montagem e estruturação financeira. Segundo a instituição, o sucesso desta operação assenta numa equipa local altamente qualificada que combina uma vasta experiência no terreno com o conhecimento profundo do ecossistema financeiro da região subsariana.

Num momento em que o mercado de capitais angolano procura maior maturidade e atractividade para o investimento estrangeiro, a consolidação de operadoras como a Eaglestone Capital sinaliza um amadurecimento do sector de capitais privados e da gestão de activos no país.

Foto: Pedro Neto- CEO e fundador da Eaglestone

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