Depois de uma primeira fase avaliada positivamente nas zonas rurais, o Programa Kwenda entra numa segunda etapa centrada nos centros urbanos. O balanço da fase inicial aponta para uma execução financeira eficiente, com uma poupança de cerca de 3,3 milhões de dólares que será devolvida ao Banco Mundial, financiador da iniciativa.
A segunda fase do Programa Kwenda já está em marcha e vai centrar-se na expansão das intervenções para os centros urbanos, depois da avaliação positiva alcançada na implementação do projecto nas zonas rurais do país.
O balanço da primeira fase aponta para uma execução financeira eficiente. De acordo com o Fundo de Apoio Social (FAS) – Instituto de Desenvolvimento Local, o projecto terminou com uma execução inferior ao orçamento inicialmente previsto, registando uma poupança de cerca de 3,3 milhões de dólares norte-americanos. O montante será devolvido ao Banco Mundial, entidade financiadora da iniciativa.
Os responsáveis pelo programa consideram que a diferença entre o valor orçamentado e o efectivamente executado resulta de uma gestão criteriosa dos recursos, sem comprometer os objectivos definidos para a primeira fase.
Entretanto, o Kwenda 2 já começou a ser implementado em várias províncias e cidades do país. A nova etapa pretende alargar o alcance do programa, incorporando novas dimensões de actuação que vão além das transferências sociais monetárias e reforçando as estratégias de inclusão socioeconómica das famílias em situação de vulnerabilidade.
Com a expansão para o meio urbano, o programa procura responder aos desafios específicos da pobreza nas cidades, adaptando os mecanismos de apoio às diferentes realidades sociais e económicas.
A segunda fase do Kwenda representa, assim, uma nova etapa na estratégia de protecção social em Angola, mantendo o apoio aos agregados familiares mais vulneráveis e reforçando a promoção da inclusão produtiva e do desenvolvimento local.