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SISTEC pretende consolidar robustez no mercado

Para permanecer no mercado, a SISTEC teve que redimensionar e repensar na actividade, proceder aos ajustes que possibilitaram continuar a fazer parte do tecido empresarial angolano.

Luanda /
06 Jul 2021 / 09:42 H.

A SISTEC, empresa que actua no sector de electrónica, informática e tecnologia de informação pretende consolidar a sua robustez no mercado, revelou o PCA da instituição, António Candeia, durante as comemorações dos 30 anos de existência da empresa.

De acordo com o responsável da instituição, durante esses 30 anos a SISTEC conseguiu marcar presença por todo País, através de lojas filiais em Benguela, Lubango, Huambo, Cabinda, Sumbe, Namibe, Uíge, Malanje e outras.

António Candeias conta que dos 23 trabalhadores iniciais, em 2014 a SISTEC aumentou para 1310 colaboradores em todo território, mas este número foi reduzido para cerca de 600 no período compreendido entre 2015 e 2020 devido à crise económica que o País enfrenta.

Menciona, que a economia angolana está num momento difícil da história e é normal e evidente que as empresas acabam por receber um reflexo desta situação que não é muito boa.

Precisou ainda que a pandemia da COVID-19 de alguma forma afectou no desenvolvimento da empresa e dos clientes, particularmente os individuais que perderam o poder de compra e houve uma retracção no consumo a nível de mercadorias, mas que felizmente conseguiram compensar a situação com outras alternativas que os permitiu avançar.

Quanto à questão cambial, António Candeias disse que constitui um problema para o País inteiro e a SISTEC não está isenta deste facto, muitas empresas viram os preços dos artigos de primeira necessidade a subir os preços e isso justamente afecta tudo.

“Apesar disto, e como tudo na vida, não só de acontecimentos positivos se faz a história da SISTEC e de Angola. Os últimos anos como sabem têm sido difíceis para todos, com a COVID-19 agravar a situação e não existem pessoas ou empresas imunes às consequências que daí resultam, o que tem levado à falência de milhares de empresas” explicou.

Para permanecer no mercado, a SISTEC teve que redimensionar e repensar na actividade, proceder aos ajustes que possibilitaram continuar a fazer parte do tecido empresarial angolano, e para que o nome continuasse a ser referência.

A SISTEC iniciou a sua actividade no dia um de Julho, com a comercialização e assistência a fotocopiadoras e equipamentos informáticos, disse António Candeias ressaltando a ideia de que a empresa se firmou no mercado, aumentou as áreas de prestígio.

Refere, logo depois entrou na produção industrial através da montagem de computadores, fabrico de cofres fortes ainda utilizados nos dias de hoje por imensas empresas, mobiliário metálico, televisão e fogões.

“Tivemos que aos poucos suspender a produção por dificuldades de competir com marcas estrangeiras e falta de apoio à produção local” disse.

Quanto à responsabilidade social, a SISTEC apoia diversas iniciativas nas áreas do desporto e cultura, continuam até à data a apoiar o Clube Desportivo do Maculusso, viveiro de atletas consagradas como campeãs africanas.

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