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Pipa-Angola conclui reabilitação da pedonal de Viana ainda este mês

A obra teve um orçamento inicial de 82 milhões Kz, dado o facto de a zona adjecente carecer igualmente de reparos a empresa entendeu alargar a soma em mais 48 milhões Kz, totalizando 130 milhões Kz.

Luanda /
14 Set 2020 / 11:48 H.

A empresa de construção Pipa-Angola vai concluir a reabilitação da pedonal de Viana no final do corrente mês, assegurou o PCA, George Luamba.

Enquadrada na estratégia de responsabilidade social da empresa, a obra teve um orçamento inicial de 82 milhões Kz, dado o facto da zona adjecente a obra carecer igualmente de reparos a empresa entendeu alargar a soma em mais 48 milhões Kz, totalizando 130 milhões Kz.

A execução encontra-se em 75% concluída, mas a mesma experimentou constrangimentos que levaram a extensão da sua conclusão inicialmente prevista para Junho do corrente ano.

A execução encontra-se em 75% concluída, mas a mesma experimentou constrangimentos que levaram a extensão da sua conclusão inicialmente prevista para Junho do corrente ano.

A infra-estrutura está a receber novo betão, placas, porcas, parafusos, reposição de malha-sol, bem como reforço das estruturas danificadas ao longo do tempo, trabalhos de melhoramento que incluem um passeio na área e a construção de dois urinóis, próximos da pedonal. Luamba clarifica que a pandemia do novo coronavírus foi um dos principais motivos para o atraso no arranque das obras.

Assevera que constrangimentos como a restrição da força de trabalho, redução da carga horária, dificuldades de transporte pessoal, e muitos dos fornecedores fechados na fase, além das dificuldades de energia e água, contribuíram para o atraso da conclusão das obras.

Disse ainda que a Administração de Viana sempre se mostrou disponível em ajudar em tudo, mas por se tratar de uma responsabilidade social não acharam conveniente estar a incomodar outros órgãos para solicitar ajuda, a empresa em si foi suficiente para dar conta da empreitada.

“Estamos disponíveis a trabalhar com o Executivo e com pessoas de direito no sentido de testarem o nosso saber, a capacidade de realizar as coisas para resolver as debilidades que as outras pedonais apresentam. Não podemos só fazer acção social, também esperamos fazer outras empreitadas no âmbito de adjudicação dos órgãos públicos”, disse.

Afirmou, que não houve participação do Executivo para a restruturação da mesma, pois reconhecem que o País está a atravessar várias dificuldades e sentem o dever patriótico do cidadão que é de olhar por aquilo que têm de fazer pelo País. E foi nesse espírito que acharam melhor reabilitar a pedonal.

“Foi por um milagre a pedonal não ter desabado, Deus segurou. Mais de 400 pessoas ficavam por cima daquela pedonal diariamente, umas a atravessar, outras a venderem e ainda temos o transito que fica parado durante horas por baixo da mesma, o comboio que circula numa grande tensão dinâmica que faz com que a pedonal vibre e comesse a desamarrar” aponta.

“Desse jeito começou a criar pontos críticos, os cordões a rebentar, alguns parafusos começaram a perder as porcas”, assevera.

George Luamba reconhece a aflição da população, que corre riscos na travessia das duas faixas de rodagem da Avenida Deolinda Rodrigues, pelo que pede desculpas pelos transtornos causados. Garante que depois dos trabalhos a “Ponte amarela” vai garantir segurança às viaturas que passam por baixo e à população que a utiliza diariamente.