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EUA anunciam primeiro leilão para produção eólica ‘offshore’ em Fevereiro

Hoje, o governo do presidente Joe Biden anunciou várias acções de promoção da energia limpa, como a aceleração de projectos em terras federais, distribuídos por sol, vento e geotermia.

Angola /
13 Jan 2022 / 10:48 H.

A Casa Branca anunciou quarta-feira que vai fazer o seu primeiro leilão em Fevereiro para a produção de energia eólica, disponibilizando cerca de meio milhão de acres na costa de Nova Iorque e Nova Jérsia, avança a Lusa.

Esta produção deve gerar electricidade suficiente para dois milhões de habitações.

A secretária do Departamento do Interior, Deb Haaland, afirmou que o leilão, marcado para 23 de fevereiro, vai permitir que os candidatos se apresentem a seis áreas.

“O governo Biden-Harris fez do ataque às alterações climáticas uma peça central da nossa agenda e as oportunidades eólicas ‘offshore’, como estas, apresentam uma oportunidade em cada geração e criam nos EUA empregos bem pagos e com os trabalhadores a poderem sindicalizar-se”, afirmou Haaland.

Hoje, o governo do presidente Joe Biden anunciou várias acções de promoção da energia limpa, como a aceleração de projectos em terras federais, distribuídos por sol, vento e geotermia.

No primeiro ano da presidência de Biden, o seu governo aprovou 18 projectos localizados em terra, que devem produzir quatro gigawatts de energia limpa.

A Casa Branca também informou que está a acelerar o desenvolvimento de novas linhas de transmissão, como permitido pela nova legislação bipartidária sobre infraestruturas, para tornar a rede mais confiável e resiliente perante eventos climáticos extremos.

O ano passado foi o mais mortífero nos EUA continentais desde 2011, informou hoje a agência federal para o Oceano e a Atmosfera (NOAA, na sigla em Inglês).

Em 20 casos distintos de desastres climáticos e meteorológicos morreram 688 pessoas e o prejuízo material alcançou os 145 mil milhões USD, também segundo a NOAA.

Biden pretende conseguir a instalação de 30 gigawatts de energia eólica offshore até 2030, o que deve permitir fornecer electricidade a mais de dez milhões de casas.