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Endiama quer alienar Hotel Diamante de Luanda ainda este ano

O presidente do conselho de administração da Endiama, Ganga Júnior, afirmou que a diamantífera estatal pretende alienar ainda este ano o Hotel Diamante, bem como outras empresas do grupo, sem garantir a manutenção dos postos de trabalho.

Angola /
15 Jan 2020 / 10:45 H.

José Manuel Ganga Júnior apontou os “caminhos da privatização” durante um balanço das actividades da Empresa Nacional de Diamantes de Angola (Endiama), anunciando que aquele activo, onde a diamantífera tem uma participação maioritária, é para vender ainda este ano.

Embora existam ainda algumas “questões operacionais” a tratar, o presidente da administração da empresa disse acreditar, em relação à unidade hoteleira, “que este ano saia já do universo Endiama”.

O mesmo vai acontecer com a subsidiária Enditrade, vocacionada para a área logística, que também está na lista a privatizar.

No que diz respeito à prestadora de serviços de segurança, Alfa 5, o objectivo é “continuar presente, atendendo ao tipo de empresa e particularidade do produto” da Endiama, mas através de uma participação minoritária, reduzindo o capital de 70% para 30%.

Quanto à Clínica Sagrada Esperança - Ilha de Luanda, “a proposta, é não privatizar”.

Segundo Ganga Júnior, a Sagrada Esperança deve ficar a 100% com a Endiama “porque funciona um bocado como seguro de saúde”, assegurando “a assistência médica e medicamentosa a todos os trabalhadores”.

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