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Endiama aposta no fomento do empresariado nas zonas de exploração

Para o efeito, adianta Ganga Júnior, a Endiama estruturou o seu braço social, a Fundação Brilhante e tem estado a dar os primeiros passos para a melhorar a prestação junto das populações.

26 Nov 2021 / 15:06 H.

A Empresa Nacional de Diamantes (Endiama) tem vindo a redireccionar os seus programas, no sentido de permitir o fomento do empresariado e a criação de empregos nas áreas de exploração diamantífera a nível do País, revelou em Saurimo o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da diamantífera.

Ganga Júnior assinalou que a empresa que dirige tem, nos últimos tempos, apostado na sustentabilidade dentro do programa de responsabilidade social das empresas do sector, a fim de contribuir com acções concretas para o bem-estar das comunidades.

Para o efeito, adianta Ganga Júnior, a Endiama estruturou o seu braço social, a Fundação Brilhante e tem estado a dar os primeiros passos para a melhorar a prestação junto das populações.

“Temos um sistema de responsabilidade social que denominamos conjunta, única, na qual todas as empresas mineiras são curadoras da fundação, e, em parceria com os governos das localidades, definimos as prioridades em função das necessidades e de acordo com os recursos disponíveis.

Em relação às fábricas de lapidação, Ganga Júnior lembrou que estão previstas no Polo de Desenvolvimento Diamantífero um total de 26 empresas, cujos espaços estão já loteados e preparados para os potenciais investidores nacionais ou estrangeiros.

“Nesta altura temos quatro fábricas em funcionamento e outras duas em construção”, salienta, afirmando que no Dundo também se está a trabalhar no sentido de converter algumas infra-estruturas para a instalação de unidades de lapidação .

O objectivo, segundo Ganga Júnior é tentar materializar a meta traçada pelo Executivo, tendo em vista a lapidação de 20% da produção de diamantes e evitar a sua exportação em bruto como acontece nos dias de hoje.