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China continua a ser o maior impulsionador da demanda por Petróleo

A China, continua a apoiar a demanda do mercado global de petróleo de vido a expansão da capacidade de refino no maior importador de petróleo do mundo, mesmo em momentos em que a demanda em outras regiões ainda continua fraca.

Luanda /
17 Fev 2021 / 14:24 H.

As novas refinarias de grandes empresas petrolíferas estatais e de refinadores independentes, que foram autorizadas a importar petróleo bruto sob cotas alocadas pelo governo que há 5 anos apoiaram a demanda global de petróleo, mesmo com o risco de criar um excesso de oferta de produtos refinados na China com o intuito de aumentar as exportações chinesas para outros mercados asiáticos, e assim reduzindo as margens de refino regionais.

Espera-se que a capacidade de refino da China não venha reduzir num curto prazo de tempo, uma vez que o governo controla os preços para garantir margens de refino para os produtores locais. As autoridades chinesas não devem abrir mão do controle sobre os preços dos produtos petrolíferos refinados.

As expansões de capacidade e o preço garantido para produtos refinados na China apoiaram a demanda de petróleo no maior importador de petróleo do mundo, mesmo durante o início da pandemia no ano passado. Depois de um início lento atingido pelo coronavírus em 2020, as refinarias chinesas aumentaram a produção a partir de Abril de 2020, graças aos preços ultra-baixos do petróleo bruto e uma recuperação da economia chinesa e da demanda de combustível, estabelecendo um novo recorde para volumes de processamento de crude.

De acordo com os dados compilados pela PETROANGOLA, a produção de petróleo bruto nas refinarias chinesas registou uma média diária de processamento de 13,51 mbpd em 2020, um aumento de 3,2% em relação a 2019..