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Banco Prestígio celebra sexto aniversário com um seminário sobre “ Governança Corporativa e Compliance”

Muitos gestores negligenciam a função do Compliance por não entenderem a amplitude desta função com consequências reputacionais, financeiras e administrativas.

Luanda /
26 Mar 2021 / 14:27 H.

O banco Prestígio realizou um seminário sobre Governança Corporativa e Compliance, em alusão ao sexto aniversário do Banco fundado em 2015, o evento aconteceu em uma unidade hoteleira da capital e contou com a presença do governador do Banco Central, José de Lima Massano.

Esteve presente no evento o Secretário de Estado das Finanças e do Tesouro, Ottoniel dos Santos, num primeiro painel que tratou a questão da Governança partilhado pelo Presidente da Associação Angolana de Bancos, Mário Ferreira do Nascimento, Presidente da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros, Elmer Serrão, Vice-Presidente sénior e Chefe da Divisão de Desenvolvimento de Negócios da África Austral do Banco de Desenvolvimento da África Austral, Davies Pwele, moderado pelo economista Carlos Rosado de Carvalho.

José de Lima Massano avança que a supervisão desempenha um papel importante no monitoramento e feedback às instituições financeiras sobre aspectos a melhorar. Mas a cultura institucional, alinhada a valores de ética, integridade e profissionalismo, estabelecida pelo órgão de administração, assegura a eficácia do modelo de governaça corporativa porque impulsiona comportamentos de pessoas em toda a organização alinhados a estes valores.

“Assim, a função de Compliance é mais uma das peças fundamentais para assegurar o adequado funcionamento de cada instituição financeira e a sua sustentabilidade”.

O Presidente do Conselho de Administração do banco Prestígio, Tito Mendonça avança que o banco pretende abordar estes temas por serem de tremenda importância para a actividade do banco e sobretudo por se ter visto alguma dificuldade que existe em perceber o que são as boas práticas.

Já a Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Banco Prestígio, Maria Luísa Abrantes, entende que tem que haver um tratamento criterioso da informação, a conduta ética e demais controlos de confiabilidade de dados e a compliance bancária não deve ter apenas uma estratégia preventiva, mas deve ainda incluir a estratégia de detenção, curação e consultiva.

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