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Anacom diz que não há evidências sobre 5G prejudicar a saúde

Luanda /
20 Jun 2020 / 20:30 H.

A Autoridade Nacional de Comunicações portuguesa (Anacom) lançou guia sobre o impacto das redes móveis na saúde. Embora indique que não há evidências que o 5G seja prejudicial à saúde humana, o regulador diz, contudo, que a “ausência de evidências não é o mesmo que evidências de ausência”, pelo que garante continuar a monitorizar a questão.

Depois de ter retomado o dossier relativo ao desenvolvimento da quinta geração móvel (5G) em Portugal, a Anacom divulgou o guia “Redes Móveis e Saúde” com os factos, dados e os desafios do 5G, indicando que não há evidências que justifiquem os receios sobre as consequências da nova vaga tecnológica na saúde.

Contudo, a Anacom alerta que a “ausência de evidências não é o mesmo que evidências de ausência”, pelo que a questão do impacto do 5G na saúde continuará a ser motivo de estudo e análise.

O regulador alerta, por isso, que todos os aparelhos com terminal de 5G “terão de estar em conformidade com os limites de segurança adotados”.

Num cenário mais extremo, o 5G acabou nos últimos meses associado a teorias da conspiração que relacionavam a nova vaga tecnológica com a rápida propagação do novo coronavírus, o que levou à destruição de antenas de telecomunicações em alguns países da Europa.