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Cidade da China perde mil milhões de Kwanzas

Com mais de 300 lojas pertencentes a comerciantes angolanos, chineses, norte-americanos, portugueses, turcos e libaneses, a Cidade da China conta com mais de quatro mil trabalhadores nacionais.

Luanda /
05 Ago 2020 / 10:38 H.

O Centro Comercial da Cidade da China, em Luanda, anunciou perdas de mil milhão kz durante os quatro dias de paralisação, face aos dois casos positivos da COVID-19.

De acordo com o presidente do Conselho de Administração da Cidade da China, Jack Huang, que falava durante uma conferência imprensa de esclarecimento sobre a paralisação laboral devido aos casos registados a 20 de Julho, a estatística refere-se apenas as lojas controladas pela direcção do centro, faltando o balanço dos comerciantes particulares para detalhar os valores globais.

Indicou, por outro lado, que a suspensão das actividades laborais causou um impacto grave para os negócios e a sobrevivência dos lojistas, bem como para os trabalhadores angolanos.

Apesar desta perca, realçou, nenhum funcionário foi despedido, mas regista-se a redução da presença de trabalhadores em 50%, conforme orientação das autoridades do País, no âmbito das medidas de prevenção e combate à COVID-19.

De acordo com o director Municipal da Saúde de Viana, Abreu Pecamena, até ao momento foram testados 1.700 trabalhadores, entre angolanos e estrangeiros, sendo que 63 deram positivo.

Com mais de 300 lojas pertencentes a comerciantes angolanos, chineses, norte-americanos, portugueses, turcos e libaneses, a Cidade da China conta com mais de quatro mil trabalhadores nacionais.

O Centro Comercial procedeu a oferta à Administração Municipal de Viana de cinco milhões kz, em alimentação, para apoiar actividades sociais, assim como cinco mil máscaras.