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Acções do BAI serão negociadas em bolsa

O Banco BAI esclarece que o Processo de desmaterialização das acções não tem qualquer relação com o Programa de Privatizações (PROPRIV) que tem como alvo empresas públicas mas sim com uma decisão dos accionistas.

18 Mar 2021 / 13:38 H.

O Banco Angolano de Investimento (BAI) é a quinta instituição bancaria a desmaterializar acções na Central de Valores Mobiliários de Angola (CEVAMA), depois do Banco Prestígio; Banco Yetu; Banco BAI Microfinanças, BCI, BPC; BAIGEST e da própria BODIVA.

De acordo com a regra da BODIVA, a administração do banco deve deliberar a integração das acções na CEVAMA, bem como contratar um Membro BODIVA de liquidação para auxiliar no processo.

Apurou o Mercado que o passo a seguir será a admissão das negociações das acções da empresa em mercado de capitais, em um dos segmentos que que permitam registar na bolsa as operações de alteração de titularidade das acções, quer no da compra e venda destas no mercado multilateral, segmento em que as empresas podem lançar as ofertas públicas iniciais.

A desmaterialização das acções do BAI que resulta da uma decisão dos accionistas, enquadra-se no âmbito da modernização da gestão de titularidade societária.

A declaração ocorre na sequência da informação publicada recentemente pelo Jornal Mercado dando conta que “A desmaterialização das acções do BAI enquadra-se no processo de preparação das empresas públicas para o Programa de Privatizações (PROPRIV), alinhada à estratégia das reformas públicas que visam o aumento da produtividade das empresas e uma distribuição equitativa dos rendimentos.

A Sonangol (Estado), é detentora de uma participação de social de 8,5% do referido banco, que será privatizada.”

O Banco BAI esclarece que o Processo de desmaterialização das acções não tem qualquer relação com o Programa de Privatizações (PROPRIV) que tem como alvo empresas públicas mas sim com uma decisão dos accionistas.

O Conselho de Administração do mencionado Banco considera ser um marco que permitirá a circulação e transferência das acções deforma mais rápida, segura, económica e a simplificação das operações de subscrição, para os casos de eventuais aumentos de capital.