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Ângela Bragança lamenta a capacidade hoteleira limitada, mas acredita em Mbanza Kongo como lugar de turismo

A ministra do Turismo disse que dois hotéis com uma capacidade total de 340 quartos é claramente insuficiente para um lugar que se quer no roteiro dos destinos turísticos do País.

06 Jul 2019 / 22:24 H.

Ângela Bragança, que falava à imprensa no final da reunião da Comissão Nacional Multisectorial para a Salvaguarda do Património Mundial, presidida pelo vice-Presidente da República, Bornito de Sousa, lamentou apenas o facto de a capacidade hoteleira ser limitada, com dois hotéis, num total de 340 quartos.


Apesar deste constrangimento, fez saber que o sector tem já elaborado um roteiro definido para alavancar o turismo cultural em Mbanza Kongo. Segundo o ‘Jornal de Angola’, a ministra adiantou que será criada uma rede para se reforçar o roteiro e, desta forma, atrair turistas para Mbanza Kongo, dando vida com a criação de envolventes capazes de capitalizar o público.


A actual capital provincial do Zaire e antiga capital do Reino do Kongo tem numerosos locais de interesse turístico, de rara beleza exótica.Uma das zonas muito frequentadas é a estância turística que se estende ao longo do rio Tuco, localizada 12 quilómetros a sul de Mbanza Congo.


Ao longo da estrada que liga os municípios de Mbanza Congo e Tomboco existem também paisagens exóticas e exuberantes entrecortadas por diversos riachos de água límpida e imponentes rochedos, realçando as maravilhas e a força da natureza.


Mbanza Kongo, capital do antigo Reino do Kongo, é detentora de um património material e imaterial excepcional. A cidade foi inscrita na lista do Património Mundial da Unesco a 8 de Julho de 2017, durante a 41.ª sessão do Comité deste órgão, que decorreu na cidade polaca de Cracóvia (Polónia).