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Papel das empresas no combate a COVID-19

Actualmente ouve-se, de forma recorrente, falar em adaptações, planos de contingência, prorrogações e Estados de Emergência Nacional. O confinamento social é a recomendação, assim como protecção e higienização são as palavras de ordem, tudo para que a economia não pare e o mercado continue a fazer o seu percurso natural. Esta sensibilização e implementação ficou, também, a cargo de muitas marcas nacionais, e, como tal, fomos falar com elas para podermos dar a conhecer o seu trabalho.

Luanda /
01 Jun 2020 / 13:18 H.

“Em tempos especiais, medidas especiais” versa o ditado que apesar velho mantém-se actual. É desta forma que as empresas nacionais têm enfrentado a Covid-19, sempre protegidos – e a proteger – e certos do caminho que têm a trilhar.

“Importa ter presente que os partos não são adiáveis; os AVC’s e enfartes não se fazem esperar; as doenças crónicas continuam crónicas e a necessitar de observação; os tratamentos de diversas naturezas não devem ser interrompidos; os exames importantes continuam a ser cruciais e mais vitais se tornam a cada adiamento”, lembra a clínica CENTROVITA, que se adequou devidamente aos tempos que correm.

“Além da Covid-19 há muitos cuidados de saúde que não podem ser interrompidos” reitera fonte da clínica, tudo porque os números ditam que muitos utentes têm evitado recorrer aos serviços de saúde por receio, e isso é uma falsa questão.

“Estamos devidamente preparados, os nossos colaboradores são sujeitos, diariamente, a testes de despiste, além de estarem a ser cumpridas todas as regras de biossegurança”, caso para dizer que estão mais preparados do que nunca para receber os utentes.

Mas não é só na área da saúde que onde se assiste a este tipo de alertas. Na área de serviço ao cliente, onde a marca NCR Angola garante que a população pode contar com o seu apoio, “pois são já várias as histórias e as crises ultrapassadas ao longo dos anos, e bem sabemos que juntos conseguimos ultrapassar todas as dificuldades”.

A actuar no mercado desde 1957, a NCR Angola contribui, de forma activa, para o desenvolvimento socioeconómico, quer através das centenas de emprego que gera, quer pela dinâmica que cria no mercado. Note-se que no que concerne a responsabilidade social, a marca está a “contribuir no combate à Covid-19, não só com as parcerias estabelecidas com o GPSaúde de Luanda, com o Ministério da Saúde, Unicef, ONU e a própria Organização Mundial da Saúde, entre outros”, com as quais criou sinergias para entrega de equipamentos e consumíveis, mas também com a disponibilização de uma impressora 3D à comunidade, para a produção de viseiras protectoras, para profissionais de saúde e outros.

E se é de progresso que falamos, temos que referir, também, o trabalho desenvolvido pela NCR Angola na criação uma Aplicação (App), que tem por objectivo suprir, ao máximo, as necessidades ao nível da alimentação, da saúde, da desinfecção de unidades hospitalares, ceder apoio a vítimas de violência doméstica, e ainda, dar esclarecimentos sobre o novo coronavírus. Assim como destacar os directos, nas redes sociais, que a Clínica CENTROVITA implementou, para poder ajudar o maior número de pessoas possível com as mais diversas patologias.

Alexandra Lopes, Directora Geral da agência de comunicação YoungNetwork Angola, parabeniza estes feitos: “É hora de as marcas se reinventarem e saberem viver e conviver com esta realidade e estamos perante dois fantásticos exemplos, no meio de tantos outros que foram espoletando no mercado. Se o digital é o caminho, então é no digital que as marcas devem trilhar o seu. E se dúvidas houver, devem procurar quem sabe, quem trabalha a área, porque pior que nenhuma inovação, é uma má implementação”, aconselha a especialista em comunicação e publicidade.

A banca e a Covid-19

Num cenário de incertezas, a banca, tal como todos os outros sectores, é uma das áreas muito afectadas e que vivencia esta adaptação de forma intensa, atenta e bem protegida. À semelhança de outras marcas, os bancos tomaram cedo as providências necessárias e colocaram, acima de tudo, a protecção dos seus colaboradores, clientes e parceiros. No caso do Banco Yetu, por exemplo, o seu PCE, Paulo Fontes, em declarações oficiais ao nosso jornal, aponta o trabalho de equipa como o ponto-chave para o sucesso.

“Colocámos os contactos de todos os nossos gestores, subgerentes e gerentes no nosso site institucional, por forma a que qualquer cliente possa entrar em contacto directo e resolver os seus assuntos à distância de um clique ou uma chamada”. O serviço de apoio ao cliente está também 100% disponível, assim como “a maior parte dos nossos produtos e serviços são subscritos via internet banking ou e-mail”.

A visão optimista do Banco Yetu é algo a ressaltar, uma vez que clarifica que “de uma forma geral esta pandemia fez cada banco, cada sector de indústria, cada família perceber o que pode melhorar para ser cada vez mais autossuficiente”. Aliado à inovação, a instituição pretende manter e desenvolver produtos e serviços a clientes à distância, assim como garante que “a marca vai-se manter a mesma, mas sabemos que no período após Covid-19 teremos que acompanhar o ritmo e necessidades dos nossos clientes e ajudá-los a renascer desta fase”, finaliza Paulo Fonte, PCE do Banco Yetu.

YoungNetwork Angola