Master Seguros cresce 100% e factura cerca de mil milhões Kz

A Master Seguros, que se encontra em processo de reestruturação arrecadou perto de mil milhões Kz de prémios em 2018, tendo crescido 100% no último semestre, face ao mesmo período do ano anterior, revelou ao Mercado o Chairman da companhia.

Angola /
14 Jan 2019 / 13:30 H.

Eugénio Pedro, há sensivelmente seis meses à frente da Master Seguros, considerou positivo esse dado em virtude da dimensão da seguradora, em que se regista uma melhoria substancial no funcionamento e na arrecadação de prémios. “Tivemos também que imprimir uma nova dinâmica, fundamentalmente na elaboração e parametrização de novos produtos, no sentido de melhorar a nossa carteira de clientes”, salienta.

Segundo Eugénio Pedro, para este sucesso contribuiu também o processo de formação contínua do pessoal, que incluiu simulações práticas, “uma vez que sem conhecimento técnico de seguros fica difícil atingir resultados”, concluiu.

No exercício económico 2018, os ramos de saúde, acidentes de trabalho, seguro de incêndio e de transporte de mercadorias, foram os que mais cresceram, segundo o Chairman. Em termos de sinistros, asseverou, os ramos automóvel e saúde são os que mais contribuíram para a sinistralidade na Master Seguros. No último semestre, a companhia adicionou cinco novos produtos, nomeadamente seguros de incêndios e riscos afins, responsabilidade civil profissional e vida privada, seguro de transporte de mercadorias, seguro de máquinas e o seguro de construção e montagem.

Assim sendo, conforme adiantou Eugénio Pedro, a Master Seguros passou a comercializar 10 produtos, que inclui também os seguros de saúde, acidentes de trabalho, automóvel, assistência em viagens e o seguro de caução. Para este ano, a companhia pretende duplicar o volume de prémios arrecadados em 2018, como frisou o responsável da Master Seguros, apesar das dificuldades económicas actuais, além de, como declarou, o mercado ser tão apertado para as 31 seguradoras ora existentes.

“Devido a crise financeira do País, as empresas, ao invés de crescerem estão na contramão, contendo gastos com a redução de pessoal. Ainda assim, acreditamos que este ano será melhor e poderá marcar o relançamento do sector”, prevê.

Temas