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BCP pode ficar com 10% da Pharol que pertenciam à High Bridge

O Banco Comercial Português (BCP) accionou o direito que lhe permite ficar com uma participação de cerca de 10% da Pharol devido ao incumprimento da High Bridge Unipessoal num financiamento dado pelo banco liderado por Miguel Maya.

12 Ago 2019 / 10:00 H.

Em causa está a “imputação de direitos de voto inerentes que resulta dos termos e condições de penhores financeiros que incidem sobre acções, as quais continuam a ser detidas pelo respectivo titular”, e que permitem ao BCP “vir a apropriar-se das acções ou exercer os respectivos direitos de voto”, segundo a informação divulgada pela CMVM.

A gestora de participações informou o regulador (nos termos e para os efeitos do disposto nos artigos 16º do Código dos Valores Mobiliários e 2º do Regulamento da CMVM nº 5/2008), após a abertura do mercado, que recebeu do BCP a suprarreferida notificação de participação qualificada em relação às 896.512.500 acções que detinha na Pharol, correspondentes a 9,99% do capital social da empresa

Dizer que os títulos do BCP estão a cair 2,01%, para 0,20 euros Bolsa de Lisboa.

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