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Angolanos vão às urnas para eleição do Presidente da República e dos deputados à Assembleia Nacional

O processo arrancou às 07 horas e os cidadãos devem dirigir-se aos locais de votação até às 16 horas. Estão registados 14,399 milhões de eleitores. A Comissão Nacional Eleitoral contabilizou 13.248 assembleias de voto em todo território nacional, que correspondem a 26.488 mesas. 1.300 observadores nacionais e internacionais estão cadastrados.

24 Ago 2022 / 12:50 H.

Cerca de 14,4 milhões de angolanos são chamados às urnas, esta quarta-feira, 24 de Agosto, para escolher o próximo Presidente da República e os deputados da Assembleia Nacional. Oito forças partidárias concorrem nestas eleições gerais, que muitos analistas consideram como as mais disputadas de sempre da história do País.

Nestas eleições gerais, a escolha faz-se entre oito forças políticas: Partido Humanista de Angola, P-NJANGO, UNITA, FNLA, CASA-CE, APN e PRS e MPLA.

A economia pesa em qualquer eleição e na disputa desta quarta-feira em Angola não será diferente.

Para o exercício de hoje, estão registados 14,399 milhões de eleitores, sendo que se prevê que votem cerca de 9,5 milhões de cidadãos. A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) registou 13.248 assembleias de voto em todo território nacional, que correspondem a 26.488 mesas.

No exterior do País, estão registados 26.560 eleitores, divididos por 24 assembleias de voto e 45 mesas, sendo que Portugal lidera com 7.748 inscrições, seguindo-se a Namíbia com 2.487 eleitores.

Os cidadãos angolanos que estão em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro (Brasil), Cape Town, Joanesburgo e Pretória (África do Sul), Rundu, Oshakati e Windhoek (Namíbia), Lusaka, Mongu e Solwesi (Zâmbia), Lubumbashi e Kinshasa (RDC), Lisboa e Porto (Portugal, Brazzaville (República do Congo), Bruxelas (Bélgica), Berlim (Alemanha), Paris (França) e Londres (Reino Unido), também podem votar.

A CNE cadastrou 1.300 observadores nacionais e internacionais. Fazem parte das comissões de observadores internacionais às eleições gerais deste ano a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), Centro Carter dos EUA, União Africana e a União Europeia (UE).

Segundo a Lei Orgânica sobre as Eleições Gerais, é da competência exclusiva da Comissão Nacional Eleitoral a publicação dos resultados provisórios e definitivos das eleições, sem prejuízo da sua posterior divulgação pelos órgãos de comunicação social.

O Presidente da Comissão Nacional Eleitoral, no prazo máximo de 15 dias contados a partir da data do encerramento da votação, consta na Lei, anuncia os resultados definitivos do apuramento nacional, mandando-os divulgar pelos órgãos de comunicação social e fixar, por edital, à porta das suas instalações, imediatamente após a conclusão do apuramento nacional.