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Angola classifica relações comerciais com Portugal como “excelentes”

O Ministério das Relações Exteriores faz a avaliação a partir do anúncio que o chefe da diplomacia angolano, Tete António, recebeu nesta quinta-feira, em Luanda, as “Cartas Figuradas” do novo embaixador português, Francisco Alegre Duarte

Luanda /
04 Mar 2022 / 11:01 H.

Angola considerou esta quintas-feira que as relações comerciais com Portugal “são excelentes” e destaca que a relação bilateral se tem “desenvolvido na base de um amplo contexto histórico, cultural, político, económico e comercial”, segundo uma nota de imprensa oficial

A nota, divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores angolano, faz a avaliação a partir do anúncio que o chefe da diplomacia angolano, Tete António, recebeu nesta quinta-feira, em Luanda, as “Cartas Figuradas” do novo embaixador português, Francisco Alegre Duarte.

“Sua Excelência Embaixador Francisco Alegre Duarte é diplomata de carreira com vasta experiência em aconselhamento político, comércio e desenvolvimento e questões de segurança”, destaca a nota de imprensa, em que se acrescenta que o diplomata português já representou Portugal em Timor-Leste, Nova Iorque (junto das Nações Unidas) e em Angola no período de 2009 a 2012.

Francisco Alegre Duarte foi chefe de missão adjunto na embaixada de Portugal em Roma, director para as Relações Bilaterais Europeias, director-geral adjunto para a Política Externa e conselheiro diplomático do primeiro-ministro António Costa, destaca ainda a nota de imprensa angolana.

Francisco Alegre Duarte chegou no passado dia 01 a Luanda e, numa mensagem partilhada na página digital da Embaixada de Portugal em Angola, o diplomata, que substitui Pedro Pessoa e Costa no posto, declara que vai trabalhar para aprofundar a “relação especial entre dois países e povos amigos” que se reflecte numa cooperação que se estende a todos os domínios da acção governativa - do diálogo político-diplomático à saúde, educação, justiça, mobilidade, segurança e defesa, entre outras.

“A densa interligação económica que nos une e que é estruturante para ambas as partes - resulta da profunda empatia em termos humanos, afetivos, linguísticos e culturais”, sublinha o diplomata na mensagem.