“POEIRA DE MARTE” hoje no Centro Cultural Camões

Segundo o promotor, José Juís Mendonça o recital de poesia “POEIRA EM MARTE é um “projecto literário humanista e interplanetário, que visa alertar para os perigos do aquecimento global.

Angola /
17 Jan 2019 / 11:27 H.

O Centro Cultural Português “Camões” inicia hoje o projecto, mensalmente, o RECITAL DE POESIA “POEIRA DE MARTE”, segundo uma nota de imprensa enviada pela instituição ao jornal Mercado.

Esta 1ª edição, o RECITAL terá como poetas residentes, José Luís Mendonça, Amélia Dalomba, Lopito Feijóo, António Gonçalves, Cristovão Neto e Conceição Cristóvão. Como convidados, participarão os jovens Bona Saka, músico compositor e poeta e Elizângela Rita, artista de spoken word.

Segundo o promotor, o escritor José Juís Mendonça, o RECITAL é um “projecto literário humanista e interplanetário, que visa alertar para os perigos do aquecimento global, numa viagem interplanetária de salvaguarda da espécie”. Em cada Edição, “cada um dos Poetas, para além de outra poesia, declamará um poema dedicado ao ambiente e ao lugar que ocupamos no Universo (ou Multiverso)”.

O RECITAL presta homenagem a grandes figuras da história contemporânea que serviram a causa do ambiente. Entre elas, a queniana, Wangari Maathai, conhecida por “a mãe das árvores” e “Mama Miti”, que recebeu o Prémio Nobel da Paz, em 2004, pela defesa do meio ambiente e da

democracia. Sob a égide da defesa do ambiente, foi responsável pelo reflorestamento do Quénia e de mais 13 países africanos, no quadro do qual foram plantados cerca de 35 milhões de árvores. Falecida em 2011.

Outra homenagem será a Stephen Hawking, um dos mais prestigiados astrofísicos britânicos, falecido em 2018, cujo foco central de investigação foi a preocupação com o futuro da Humanidade face às alterações climáticas. “Uma subida da temperatura do oceano derreteria as calotas polares e libertaria grandes quantidades de dióxido de carbono, cujos efeitos poderiam deixar o nosso clima idêntico ao de Vénus, mas com temperatura de 250ºC”. Cem anos é o prazo dado por Stephen Hawking para o ser humano encontrar outro lugar para morar...

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