Petróleo: Declaração de cooperação para estabilidade leva dois anos

A declaração visa regularizar a estabilidade entre a procura e oferta de petróleo no mercado internacional.

Angola /
06 Dez 2018 / 12:08 H.

O acordo foi firmado em Dezembro de 2016, no final da 171 reunião de ministros da OPEP, e contou com a participação de 11 produtores não associados.

Na reunião de ministros que acontece hoje (quinta-feira), os dois grupos criaram o Comité Conjunto de Monitoramento, para preparar a apresentação aos ministros dos dados sobre a produção de cada membro, a procura e oferta global de petróleo no mercado mundial, bem como a projecção para 2019, tendo em conta vários cenários.

Os governantes serão assim informados em plenária, a definir um de dois cenários possíveis: a manutenção dos níveis actuais de produção, com repercussão imediata na queda do preço ou optarem por cortes na produção global repartida pelos membros OPEP e os não OPEP signatários da declaração de cooperação.

A reunião representada pelo Recursos Minerais e Petróleos Diamantino Azevedo, acontece numa altura em que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) tem o apoio da aliada Rússia para que os cortes na produção a aconteçam no primeiro semestre do próximo ano.

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