Agência de viagens factura sem vender um único bilhete pela internet

Ainda que o sector de turismo tenha sido quase todo dominado pelas novas tecnologias, uma agência de viagens britânica, depois de passar por uma grande crise em 2009, conseguiu se recuperar e crescer apostando no que a internet não consegue oferecer.

Na era dos aplicativos de celular, de companhias aéreas de baixo custo e dos sites de aluguel de casa por temporada, a agência de viagens britânica Inspiring Travel Company (ITC) nunca vendeu serviços pela internet. Nem sequer uma passagem aérea.

Apesar disso, as finanças da empresa vão bem. Ela aumentou o número de funcionários e seu faturamento anual de 120 milhões de dólares.

Em 2009, o balanço da empresa – sediada em Chester, no norte da Inglaterra -, estava no vermelho. A crise financeira internacional reduziu o número de pessoas capazes de viajar nas férias e dedicar tempo e dinheiro ao lazer. Isso afectou fortemente o sector de turismo.

O impacto foi grande para a ITC, já que ela era uma agência de turismo tradicional, que não tinha operações na internet – o que obrigava os clientes a fazer consultas por telefone, falando diretamente com algum membro da equipe.

Não parecia uma boa estratégia manter o modelo de operação em um momento em que a maioria dos consumidores tentava economizar ao máximo e passava a comprar pacotes de viagem pela internet.

 

 

 

 

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