Prémios Sirius já com cerca de 200 empresas angolanas candidatas

Cerca de 200 empresas angolanas estão inscritas para a 8.ª edição dos Prémios Sirius, que apresenta este ano como inovação a possibilidade de inscrição online dos candidatos, o que segundo a organização permitirá um leque maior de participações.

O processo de inscrição encerra na próxima segunda-feira, informou hoje, em conferência de imprensa, o presidente da Deloitte em Angola, Duarte Galhardas, empresa promotora dos Prémios Sirius.

Os Prémios Sirius visam reconhecer as boas práticas na gestão das empresas e na actuação dos empresários, empreendedores e gestores, bem como contribuir para a criação de uma cultura empresarial de excelência.

Os nomeados para as categorias em concurso serão conhecidos em novembro e o anúncio dos vencedores está previsto para 29 do mesmo mês, em Luanda, capital de Angola.

As empresas candidatas concorrem em dez categorias: Empresa do Ano do Sector Financeiro, Empresa do Ano do Sector Não Financeiro, Melhor Relatório de Gestão e Contas do Sector Financeiro, Melhor Relatório de Gestão e Contas do Sector Não Financeiro, Melhor Gestor do Ano, Melhor Empreendedor do Ano, Melhor Programa de Responsabilidade Social, Melhor Programa de Desenvolvimento do Capital Humano, Melhor Projecto de Investimento Directo Estrangeiro e Melhor Empresa Exportadora.

O corpo de jurados nesta edição é presidido pela economista Laurinda Hoygaard, coadjuvada por Henda Inglês, José Severino, Fernando Pacheco e Gilberto Luther.

Na sua intervenção de hoje, Laurinda Hoygaard disse que os Prémios Sirius de 2018 têm lugar num contexto particularmente importante para Angola, cujas mudanças nas esferas políticas, económicas e sociais se vêm impondo.

Por sua vez, o director da Deloitte em Angola, Duarte Galhardas, disse que o processo de candidaturas foi aberto em agosto, tendo o prazo sido prorrogado pela segunda vez, até a próxima segunda-feira.

As empresas candidatas devem operar em Angola e ter no último ano um número igual ou superior a 200 empregados ou um volume de facturação igual ou superior a três milhões de dólares (2,56 milhões de euros) ou o correspondente em moeda nacional (900 milhões de kwanzas).

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