Feira permite valorização do tecido empresarial angolano

O ministro falava na abertura da 34ª edição, que decorre sob lema” Diversificar a economia, desenvolver o sector privado “, nas instalações da Zona Económica Especial (ZEE), em Viana.

Para o ministro, a FILDA/2018 acontece num momento o mais importante instrumento de programação e política económica do governo (Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022) está a ser apresentado aos diferentes agentes da sociedade, um facto que pode conferir um carácter história se da sua implementação resultarem as transformações que os empresários e trabalhadores almejam.

Sublinhou que em todo mundo, estes eventos acontecem, justamente com o propósito de apresentar uma mostra das realidades económicas dos respectivos países.

“Normalmente, os resultados traduzem-se no estabelecimento de importantes “networks” entre empresários, que muitas vezes se conhecem, pela primeira vez, nestes eventos. Estas conexões são determinantes para as parcerias privadas de investimentos, mesmo em quadros de referência de elevada concorrência”, disse.

A par de Angola, país anfitrião, estão a participar da exposição, numa área de quase três hectares, África do Sul, Espanha, Estados Unidos da América, Ghana, Holanda, Índia, Itália, Portugal, Reino Unido, Rússia, Suécia, Turquia, Uruguai, Japão e Moçambique

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