Remuneração total bruta do CEO da Galp subiu para 1,75 milhões em 2018

O presidente-executivo e vice-presidente do conselho de administração da Galp Energia, Carlos Gomes da Silva, viu a sua remuneração total bruta crescer 2,99%, para 1.755,769 euros em 2018, de acordo com o relatório de governo societário da petrolífera enviado esta quarta-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. O valor observado compara com os 1.704,202 euros auferidos por Gomes da Silva em 2017.

14 Mar 2019 / 08:49 H.

A subida da remuneração de Carlos Gomes da Silva aconteceu num ano em que os lucros da petrolífera subiram 23% para 707 milhões de euros em 2018 face a período homólogo, devido ao aumento de produção de petróleo e de gás natural e também pela subida dos preços nos mercados internacionais.

De forma repartida, o vencimento total bruto deste administrador executivo da Galp contemplou, em 2018, 980 mil euros em remuneração fixa, 420 mil euros brutos em vencimento variável, 245 mil euros brutos sobre o plano poupança reforma e 110.769 euros brutos por “outros benefícios”.

Ao aumento na remuneração total bruta de Carlos Gomes da Silva, acresce também o facto de que a Galp Energia ter onerado ainda mais os seus sete administradores executivos em 2018: são 6,35 milhões de euros face aos 6,15 milhões distribuídos em 2017, por remunerações totais brutas.