Refriango aumenta opção de bebidas no mercado

Por Fernando Baxi

fernando.baxi@mdiarumo.co.ao

A Refriango aumentou a gama Sabores de Angola ao lançar, recentemente, no mercado nacional, o sumo de caju, soube o Mercado través de um comunicado a que teve acesso.

De acordo com o comunicado, a Refriango considera o Nutry Caju primeiro sumo do género a ser fabricado em Angola, mantendo assim o compromisso de desenvolver produtos para um mercado exigente, face ao posicionamento da concorrência. “É esta preferência dos consumidores que estimula Nutry a manter-se sempre na linha da frente, sendo reconhecida com o líder de inovação na categoria de sumos e néctares, em Angola”, refere Eurico Feliciano, director de marketing operacional da Refriango”, no comunicado. Para aquele director de marketing operacional, Nutry Caju vem juntar-se aos onze sabores que a marca “referência de qualidade e nutrição disponibiliza às famílias angolanas”.

Posicionamento em África

A Refriango também lançou um modelo de embalagem que considera maior com menos plástico e “amiga do ambiente”. O novo ‘bidon’, segundo o comunicado, oferece mais 20% de água “Pura”.

Quanto ao posicionamento em África, consta do grupo das 75 empresas africanas que está a transpor os obstáculos geográficos, geopolítico, de mobilidade e de infra-estrutura, a fim de impulsionar a integração económica do continente africano, segundo o relatório da Boston Consulting Group (BGC), publicado em Julho deste ano.

No relatório intitulado “Pioneirismo Africano”, a empresa angolana contribui para que se construa ecossistemas locais, que permitam à organização, aos colaboradores, parceiros e aos clientes uma integração e conexão com a África, facilitando a mobilidade de pessoas e bens, dados, assim como informações.

Os pioneiros africanos, como o BGC denomina o grupo, expandem activamente a actividade em vários países atrevem-se a fazer investimentos em “greenfields”, usam as fusões e aquisições para acelerar a expansão, constroem fortes marcas africanas, inovam localmente para se adaptarem ao consumidor continental.

Investimentos continental

O relatório também aponta que entre 2006/2007 e 2015/2016, a média anual de investimento directo estrangeiro africano, dinheiro que as empresas africanas investiram nos países africanos, quase triplicou, de 3,7 mil milhões para 10 mil milhões de US dólares.

Naquele período, o número médio de transacções intra-regionais de fusões e aquisições passou de 238 para 418, com transacções lideradas por africanos, representando mais de metade de todas as transacções africanas, em 2015.

As exportações anuais intra-africanas aumentaram de 41 mil milhões para 65 mil milhões US dólares, e o número médio anual de turistas africanos (africanos que viajam em África) subiu de 19 milhões para 30 milhões e em 2015/2016 os turistas africanos compunham mais da metade de todos os turistas no continente, diz a BGC. Face ao relatório da BGC, a Refriango está notopdas de empresas angolanas e uma das maiores referências do continente africano e detém um portfólio de 15 marcas, algumas das quais líderes de mercado nos segmentos em que actuam.

A Refriango detém uma das maiores unidades industriais do continente africano, com 42 hectares, 3800 trabalhadores, e tecnologia de ponta ao nível das melhores fábricas mundiais de bebidas.

A unidade fabril angolana tem uma capacidade de produção de 1,9 mil milhões de litros/ano e detém 24 linhas de enchimento para todos os tipos de embalagem que respondem a mais de 150 produtos.

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